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Notes from Underground

Notes from Underground

by Fyodor Dostoevsky
Dostoevsky’s most revolutionary novel, Notes from UndergroundNotes from Underground marks the dividing line between nineteenth- and twentieth-century fiction, and between the visions of self each century embodied. One of the most remarkable characters in literature, the unnamed narrator is a former official who has defiantly withdrawn into an underground existence. In complete retreat from society, he scrawls a passionate, obsessive, self-contradictory narrative that serves as a devastating attack on social utopianism and an assertion of man’s essentially irrational nature.

Richard Pevear and Larissa Volokhonsky, whose Dostoevsky translations have become the standard, give us a brilliantly faithful edition of this classic novel, conveying all the tragedy and tormented comedy of the original.
Paperback, 136 pages

Published September 1994 by Vintage Classics (first published 1864)

Book Quotes
Pergunto-vos agora: o que se pode esperar do homem, como criatura provida de tão estranhas qualidades? Podeis cobri-lo de todos os bens terrestres, afogá-lo em felicidade, de tal modo que apenas umas bolhazinhas apareçam na superfície desta, como se fosse a superfície da água; dar-lhe tal fartura, do ponto de vista econômico, que ele não tenha mais nada a fazer a não ser dormir, comer pão de ló e cuidar da continuação da história universal — pois mesmo neste caso o homem, unicamente por ingratidão e pasquinada, há de cometer alguma ignomínia. Vai arriscar até o pão de ló e desejar, intencionalmente, o absurdo mais destrutivo, o mais antieconômico, apenas para acrescentar a toda esta sensatez positiva o seu elemento fantástico e destrutivo. Desejará conservar justamente os seus sonhos fantásticos, a sua mais vulgar estupidez, só para confirmar a si mesmo (como se isto fosse absolutamente indispensável) que os homens são sempre homens e não teclas de piano, que as próprias leis da natureza tocam e ameaçam tocar de tal modo que atinjam um ponto em que não se possa desejar nada fora do calendário. Mais ainda: mesmo que ele realmente mostrasse ser uma tecla de piano, mesmo que isto lhe fosse demonstrado, por meio das ciências naturais e da matemática, ainda assim ele não se tornaria razoável e cometeria intencionalmente alguma inconveniência, apenas por ingratidão e justamente para insistir na sua posição. E, no caso de não ter meios para tanto, inventaria a destruição e o caos, inventaria diferentes sofrimentos e, apesar de tudo, insistiria no que é seu! Lançaria a maldição pelo mundo e, visto que somente o homem pode amaldiçoar (é um privilégio seu, a principal das qualidades que o distinguem dos outros animais), provavelmente com a mera maldição alcançaria o que lhe cabe: continuaria convicto de ser um homem e não uma tecla de piano! Se me disserdes que tudo isso também se pode calcular numa tabela, o caos, a treva, a maldição — de modo que a simples possibilidade de um cálculo prévio vai tudo deter, prevalecendo a razão —, vou responder-vos que o homem se tornará louco intencionalmente, para não ter razão e insistir no que é seu! Creio nisto, respondo por isto, pois, segundo parece, toda a obra humana realmente consiste apenas em que o homem, a cada momento, demonstre a si mesmo que é um homem e não uma tecla! Ainda que seja com os próprios costados, mas que o demonstre; ainda que seja como um troglodita, mas que demonstre. E, depois disso, como não pecar, como não louvar o fato de que isto ainda não exista e que a vontade ainda dependa o diabo sabe de quê...
İnsan, gelip geçici hevesleri olan, tutarsız bir varlıktır ve tıpkı satranç oyuncuları gibi hedefe ulaşmayı değil de hedefe giden yolları daha çok sever. Emin olamayız elbette, ama insanın ulaşmak için çabaladığı şey, hedefe giden bu yol olabilir, o da hayatın ta kendisidir zaten. Aslına bakılırsa hedef, iki kere iki dörttür yani bir formüldür, ama bu formül hayatın değil, ölümün başlangıcıdır. İnsan, daima iki kere ikinin dört etmesinden az da olsa bir korku duymuştur, tıpkı benim duyduğum gibi. İnsan bütün ömrünü iki kere iki peşinde geçirir, bu uğurda denizler aşari hayatını harcar, fakat yemin ederim, arayıp gerçekten elde etmekten korkar. Çünkü onu bulur bulmaz artık erişecek şeyi kalmayacağını bilmektedir. İşçiler işlerini tamamladıktan sonra, hiç olmazsa aldıkları parayla meyhaneye gider, oradan karakola düşerler; işte size en aşağıdan bir haftalık meşgale. Fakat biz nereye gideriz? Onun için gayeye her yaklaşmada bir huzursuzluk hissedilir. İnsan gayeye ulaşmak için çalışmayı sever, fakat ulaşmayı pek istemez; bu hal hiç şüphesiz çok gülünçtür. Şu halde insan daha doğuştan gülünç bir yaratıktır, işin hoş tarafı da budur zaten. Gene de, ne olursa olsun, şu iki kere iki pek dayanılmaz bir şey. Bana kalırsa iki kere iki dört, büyük bir küstahlıktır ve etrafa tükürükler saçan, elleri belinde yol kesen bir külhanbeyinin ta kendisidir. İki kere ikinin mükemmelliğine inanıyorum, fakat ondan daha üstün olduğuna inandığım şey, iki kere ikinin beş etmesidir.

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