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Orthodoxy

Orthodoxy

by G.K. Chesterton
This book is meant to be a companion to "Heretics," and to put the positive side in addition to the negative. Many critics complained of the book because it merely criticised current philosophies without offering any alternative philosophy. This book is an attempt to answer the challenge. It is the purpose of the writer to attempt an explanation, not of whether the Christian Faith can be believed, but of how he personally has come to believe it. The book is therefore arranged upon the positive principle of a riddle and its answer. It deals first with all the writer's own solitary and sincere speculations and then with the startling style in which they were all suddenly satisfied by the Christian Theology. The writer regards it as amounting to a convincing creed. But if it is not that it is at least a repeated and surprising coincidence.
Paperback, 168 pages

Published July 30th 2008 by Waking Lion Press (first published 1908)

Book Quotes
A melhor e mais aproximada forma de expressão que podemos utilizar [para explicar o louco] talvez seja esta: a sua mente move-se em um círculo perfeito, porém diminuto. Um círculo pequeno é perfeitamente tão infinito quanto um círculo grante. Embora ele seja tão infinito, não é tão grande. Da mesma forma, a explicação de um louco é tão completa quanto a de uma pessoa sã, mas não é tão abrangente. Um bala de canhão pode ser tão redonda quanto o mundo, mas não é o mundo. Há uma coisa a que podemos chamar de 'universalidade restrita', como há uma coisa a que podemos chamar uma 'eternidade pequena e comprimida'. Poderemos verificar isso em muitas das religiões modernas. Ora, falando superficial e empiricamente, podemos afirmar que a mais forte e mais evidente marca de loucura é esta combinação de uma completude lógica com uma contração espiritual. A teoria de um lunático explica muitas coisas, mas não as explica de forma ampla. Isso quer dizer que, se tivermos de lidar com uma mente que esteja se tornando mórbida, devemos nos esforçar não tanto por lhe apresentar argumentos, mas por fornecer-lhe ar e convencê-la de que há algo muito mais límpido e mais refrescante fora da asfixia de um simples argumento. [...] Não procure discutir com os doidos como quem discute com hereges, mas procura, unicamente, quebrar-lhes o encanto, como se tratasse de um feitiço. [...] Não é bastante que o infeliz deseje a verdade: é necessário que deseje a saúde. Nada pode salvá-lo senão um desejo cego pela normalidade, como o de um animal feroz. Um homem não pode refletir sobre o mal mental que o acomete, porque é exatamente o próprio órgão do pensamento que está doente, indisciplinável e, por assim dizer, independente. Apenas poderá ser salvo pela vontade ou pela Fé. No momento em que a sua razão se move, move-se dentro da velha rotina circular e andará sempre à volta do seu círculo lógico, exatamente como um homem em um vagão de terceira classe do 'Inner Circle' andará sempre à roda do 'Inner Circle', até que se resolva a executar o voluntário, vigoroso e místico ato de descer em Gower Street. A decisão é, neste caso, o principal fator: uma porta deve ser fechada para sempre. Todo remédio será um remédio desesperado. Toda cura será uma cura milagrosa. Curar um louco não é discutir com um filósofo: é deitar fora um demônio.

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