PREFÁCIO COMEMORATIVO
“Louvarei o nome de Deus com um cântico, e engrandecê-lo-ei com ação de graças.” (Salmos 69:30)
Graça! Graça! Graça! O que poderíamos ter feito, sem a concessão da Graça de Deus, que flui para nós, por meio do Bendito Mediador, o nosso Senhor Jesus Cristo!? “Levantai ao alto os vossos olhos, e vede quem criou estas coisas”! Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias! Hoje, amados, é um dia muito especial, que nos foi concedido segundo as infinitas misericórdias de nosso Senhor e Deus, a publicação do 100º E-book, através de OEstandarteDeCristo.com. E quão amorável é que possamos celebrar este momento com a divulgação de uma bela coletânea de textos preciosos sobre a Graça Divina, por Charles Haddon Spurgeon; de fato, são sermões graciosos, para o louvor e glória do Deus de toda Graça.
Maravilhamos-nos ao meditar sobre a sábia e infalível Providência, a terna Bondade, gran-de Poder, e tão forte e imutável Amor de nosso Deus e Pai e de Nosso Senhor Jesus Cristo, por meio de quem rendemos todo o louvor e glória ao Deus do céu e da terra; bendizemos Aquele que criou todas as coisas, e que realizou todas as graciosas maravilhas que hoje se veem.
Muitas são, ó Senhor, as tuas misericórdias! Glória, pois a Ele, nas maiores alturas. “Porque quem sou eu, e quem é o meu povo, para que pudéssemos oferecer voluntariamente coisas semelhantes? Porque tudo vem de ti, e do que é teu to damos”. Posso, neste caso, bem dizer como um querido Puritano o fez, ao contemplar as obras de Deus: “Ninguém é capaz de fazer todas estas coisas, na variedade de suas formas, virtudes, belezas, vida, funções e qualidades, senão unicamente o nosso gloriosíssimo Deus”. Aleluia! [...]
Este marco da Graça que celebramos hoje, e que sentimos a cada tradução, é tão belo e precioso aos meus olhos, pois, quão sublime é saber que, segundo os eternos propósitos de Deus, hoje podemos, por Graça, somente, de certa forma cooperar com tal obra, que também tem um significado eternamente importante em nossas vidas. Nossa esperança é que o Soberano Deus que decreta fins e meios possa continuar abençoando tais textos co-mo no passado, tal como o fez conosco, e como pode fazer no futuro. Assim, louvamos a Deus pela vida de cada pessoa que passará os olhos por estes textos; e a cada tradução publicada, podemos dizer: Senhor, “do que é Teu to damos”, e pedimos que o Senhor os use conforme Lhe agradar. E hoje, que preciosidade temos recebido, e entregamos ao nos-so Deus! Pedimos que Deus continue sendo conosco, e que façamos tudo por amor a Ele, e “por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de Deus. Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia...”. [...]
Todos os sermões de Spurgeon têm um só tema: Cristo, e creio piamente que quando o Senhor Jesus for erguido da terra, a todos Ele atrairá a Si (João 12:32). Penso em cada um destes sermões como uma pérola sobre a Pérola de Grande Valor, como um tesouro, sobre o Tesouro de nossas vidas, como flores de aroma celeste, como o das Vestes que “cheiram a mirra e
C.H. Spurgeon (1834 - 1892)
Spurgeon quickly became known as one of the most influential preachers of his time. Well known for his biblical powerful expositions of scripture and oratory ability. In modern evangelical circles he is stated to be the "Prince of Preachers." He pastored the Metropolitan Tabernacle in downtown London, England.His church was part of a particular baptist church movement and they defended and preached Christ and Him crucified and the purity of the Gospel message. Spurgeon never gave altar calls but always extended the invitation to come to Christ. He was a faithful minister in his time that glorified God and brought many to the living Christ.
Charles Haddon Spurgeon was England's best-known preacher for most of the second half of the nineteenth century. In 1854, just four years after his conversion, Spurgeon, then only 20, became pastor of London's famed New Park Street Church (formerly pastored by the famous Baptist theologian John Gill).
The congregation quickly outgrew their building, moved to Exeter Hall, then to Surrey Music Hall. In these venues Spurgeon frequently preached to audiences numbering more than 10,000 - all in the days before electronic amplification.
In 1861 the congregation moved permanently to the new Metropolitan Tabernacle.
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