“As profissões de fé e as cruzadas, as hierarquias e as terríveis perseguições não foram organizadas, como ignorantemente se afirma, para a supressão da razão: foram organizadas para a difícil defesa da razão. O homem, por um instinto cego, sabia que, se alguma vez as coisas fossem avidamente interrogadas, a razão podia ser interrogada primeiro. A autoridade dos padres para absolverem, a autoridade dos papas para definirem a mesma autoridade, a própria autoridade dos inquisidores para aterrorizarem, foram apenas sombrias defesas erguidas ao redor de uma autoridade central, mais indemonstrável e mais sobrenatural do que todas: a autoridade do homem para pensar. [...] A razão acompanha a religião porque ambas são da mesma natureza primária e autoritária. Ambas são métodos de prova não prováveis em si mesmos. E ao destruirmos a ideia da Autoridade Divina, destruímos, em grande parte, a ideia daquela autoridade humana por intermédio da qual fazemos uma conta de dividir.”
Be the first to react on this!
Gilbert Keith Chesterton was one of the most influential English writers of the 20th century. His prolific and diverse output included journalism, philosophy, poetry, biography, Christian apologetics, fantasy and detective fiction.
Chesterton has been called the "prince of paradox". Time magazine, in a review of a biography of Chesterton, observed of his writing style: "Whenever possible Chesterton made his points with popular sayings, proverbs, allegories—first carefully turning them inside out.