“É necessária uma vigilância quase sobrenatural por parte de todos os cidadãos, devido à terrível rapidez com que as instituições humanas envelhecem. [...] Quanto a isso, estou inteiramente a favor dos revolucionários. Eles realmente têm razão ao suspeitarem sempre das instituições humanas e têm razão ainda ao não confiarem em príncipes ou em qualquer filho dos homens. O chefe escolhido para ser o amigo do povo torna-se o inimigo do povo; o jornal, que começou a ser publicado para dizer a verdade, existe agora para evitar que a verdade seja dita. [...] O Cristianismo voltou a falar e disse: 'Sempre afirmamos que os homens são naturalmente fracos; a virtude humana tende, por sua própria natureza, a enferrujar-se ou a apodrecer. Sempre dissemos que os seres humanos procedem mal, especialmente os seres felizes, especialmente os seres humanos orgulhosos e prósperos. A esta eterna revolução, a esta suspeita mantida através dos séculos, chamareis vós (que sois uns comodistas modernos) de doutrina do progresso. Se fôsseis filósofos, chamar-lhe-íeis, como nós, de doutrina do pecado original.”
Be the first to react on this!
Gilbert Keith Chesterton was one of the most influential English writers of the 20th century. His prolific and diverse output included journalism, philosophy, poetry, biography, Christian apologetics, fantasy and detective fiction.
Chesterton has been called the "prince of paradox". Time magazine, in a review of a biography of Chesterton, observed of his writing style: "Whenever possible Chesterton made his points with popular sayings, proverbs, allegories—first carefully turning them inside out.