“Meus argumentos em favor do Cristianismo são racionais, embora não sejam simples. É um acúmulo de fatos variados, como a atitude de um agnóstico qualquer. A verdade, porém, é que o agnóstico comum baseia-se em fatos falsos. É um descrente por muitas razões, mas são razões falsas. Duvida porque a Idade Média era bárbara, mas ela não era; duvida porque o darwinismo está demonstrado, mas ele não está; duvida porque milagres não acontecem, mas eles acontecem; duvida porque os monges são indolentes, mas eles são muito ativos; duvida porque as freiras são infelizes, mas elas são particularmente alegres; duvida porque a arte cristã é triste e apagada, mas as suas cores são brilhantes e recobertas de ouro; duvida porque a ciência moderna está se afastando do sobrenatural, mas não está; ela está caminhando para o sobrenatural com a velocidade de um trem.”
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Gilbert Keith Chesterton was one of the most influential English writers of the 20th century. His prolific and diverse output included journalism, philosophy, poetry, biography, Christian apologetics, fantasy and detective fiction.
Chesterton has been called the "prince of paradox". Time magazine, in a review of a biography of Chesterton, observed of his writing style: "Whenever possible Chesterton made his points with popular sayings, proverbs, allegories—first carefully turning them inside out.