“No debate moderno, surgiu o hábito imbecil de argumentar que este ou aquele credo pode ser seguido em uma época, mas não o poderá ser em outro. Certo dogma, dizem-nos, era crível no século XII, mas não no século XX. Com base em semelhante princípio, poderemos afirmar que determinada filosofia pode ser boa na segunda-feira, mas deixa de sê-lo na terça. Da mesma forma, poderemos asseverar que certa maneira de encarar o cosmos é justificada às três e meia, mas deixará de sê-lo às quatro e meia. Aquilo em que um homem acredita depende de sua filosofia, e não do relógio ou do século. Se um homem acredita numa lei inalterável, não pode crer em nenhum milagre, seja em que época for. Se o homem acredita numa vontade que existe para além da lei, pode acreditar no milagre, seja em que época for.”
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Gilbert Keith Chesterton was one of the most influential English writers of the 20th century. His prolific and diverse output included journalism, philosophy, poetry, biography, Christian apologetics, fantasy and detective fiction.
Chesterton has been called the "prince of paradox". Time magazine, in a review of a biography of Chesterton, observed of his writing style: "Whenever possible Chesterton made his points with popular sayings, proverbs, allegories—first carefully turning them inside out.