“O Cristianismo alegra-se, instintivamente, pelo fato de Deus ter fragmentado o Universo em pequenos pedaços, porque cada um desses pedaços é um pedaço vivo. [...] Todas as filosofias modernas são cadeias que ligam e algemam, enquanto o Cristianismo é uma espada que separa e liberta. Nenhuma outra filosofia faz com que Deus se regozije com a fragmentação do Universo em diversas almas vivas. Mas, de acordo com o Cristianismo ortodoxo, essa separação entre Deus e o homem é sagrada, porque é eterna. Para que um homem possa amar a Deus, é necessário que haja não só um Deus para ser amado, mas também um homem que O ame. [...] O panteísta não pode admirar porque não pode louvar a Deus ou louvar qualquer outra coisa como realmente distinta de si mesmo. O que, porém, nos importa aqui é o efeito dessa admiração cristã (que irradia para fora, em direção a uma divindade distinta do adorador).”
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Gilbert Keith Chesterton was one of the most influential English writers of the 20th century. His prolific and diverse output included journalism, philosophy, poetry, biography, Christian apologetics, fantasy and detective fiction.
Chesterton has been called the "prince of paradox". Time magazine, in a review of a biography of Chesterton, observed of his writing style: "Whenever possible Chesterton made his points with popular sayings, proverbs, allegories—first carefully turning them inside out.