“Uma das razões da doutrina progressista é que as coisas tendem, naturalmente, a tornar-se melhores. Mas a única razão para sermos progressivos é que as coisas tendem, naturalmente, a tornar-se piores. A corrupção nas coisas não é, apenas, o melhor argumento para ser progressista: é, também, o único argumento contra ser conservador. [...] Todo o conservadorismo baseia-se na ideia de que, se deixarmos as coisas entregues a si mesmas, elas ficarão como estão. Mas não é isso o que acontece. Se deixarmos uma coisa entregue a si mesma, a deixaremos entregue a uma torrente de mudanças. Um poste branco abandonado logo ficará preto. Se quisermos que ele se conserve branco, temos de estar sempre repintando-o; isto é, somos obrigados a fazer sempre uma revolução. É necessária uma vigilância quase sobrenatural por parte de todos os cidadãos, devido à terrível rapidez com que as instituições humanas envelhecem.”
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Gilbert Keith Chesterton was one of the most influential English writers of the 20th century. His prolific and diverse output included journalism, philosophy, poetry, biography, Christian apologetics, fantasy and detective fiction.
Chesterton has been called the "prince of paradox". Time magazine, in a review of a biography of Chesterton, observed of his writing style: "Whenever possible Chesterton made his points with popular sayings, proverbs, allegories—first carefully turning them inside out.